
Recomeçamos
Em nossas obscuras verdades
Em sua rosa velha, murcha e chupada
Que estranho,
Não é mesmo?
Nada.
Não há nada de disforme
Nessa informalidade toda
Nessa sua máscara escancarada
E é assim para todo mundo meu bem,
Façamos então com que nossas vontades
Fluam
Que elas cresçam e nos invadam
Pudica
Minha santa Mandalena
Já não é mais o anjo que caiu do céu
Minha mata crua
Deixe de ser cruel
Pura
Inoscente
Ninguém é tão independente do mundo
Largue os livros
E se deixe beber comigo
Comer
Lamber.
Triste
Não, não faça isso.
Você vale a sua moral
A ética confusa dos inoscentes
Continue então,
Livre
É melhor ser sozinha
Do que louca com os loucos
Não é mesmo?
Te espero mais tarde
De branco
Minha pequena.
PS.: Sem muitas explicações...
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