
Mostra o seio
Avolumes em desespero
Alvuras sem repúdios
Sem remédios
Acredita que o ponto
Não finda o último
Respiro
Indeléveis
Sonsos essenciais
Vós que velais
Pelos outros irredutíveis
Irremediavelmente
Destruídos...
Diabo do orgulho diga tu
O que há de bom
No que se mete
No que se toma
Pois o que se sabe
Já não é o que se soma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário