segunda-feira, 25 de julho de 2011

Uma flor frágil nasceu
Do terreno seguro de meu passado
As raízes de outrora seguras e firmes
Parecem não prender mais
As folhas já amareladas de outrora
Brisa fria de outono
Retoma o não percebido
O simples desprender de amarras
A não certeza de que
Tudo está sob controle.
Veio desse vento de inverno
As cobertas que afagam meus cabelos
E me guiam para o distender macio
Das pernas e braços
Do você
Segurando minhas mãos e dizendo
Que o futuro é breve
E chega logo.

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