sábado, 3 de outubro de 2009

Os mesmos sinais estendidos
Aos nossos olhos
Antecipando o fim
Arranhando com calma nossa pele clara
Substituindo nosso medo
Pela visão concreta da dor
E quanto não há por esquecer
Se a falta que você me faz
È a fuga do tempo que salta e flui?
O que restou de nós?
Cacos catados a esmo
Sonhos distruibuídos ao nada
Em cada passo, em cada plano
Teus olhos ficarão pelos caminhos
E a lembrança será apenas uma vaga memória
Do coração que intui e chora
De alívio
Em plena escuridão
Na noite que mal terminou
E ainda trás teus restos mal acabados.

Ps.: Tempo de recomeço. Feliz por ter amigos.

Nenhum comentário: